Domingo, 28 de Outubro de 2007

passagem para o Tibete

A viagem de Khatmandu até à fronteira com o Tibete serpenteia quase sempre junto ao rio, no desfiladeiro entre altas montanhas verdejantes. Faz-se por estrada alcatroada, por vezes, tendo muitos troços com terreno completamente empedrado e outros que coincidem com a passagem das quedas de água para o rio, que provocaram um relativo pânico nalguns passageiros.

 

 
De quando em vez passamos por aldeias onde as lojas multicores alinhadas ao longo da estrada possuem os bens essenciais.

 

 


Percebe-se que não há água canalizada nem instalações sanitárias nas habitações, pois com muita regularidade se assiste ao banho da população no caminho junto a fontes.

 


Na fronteira, que tem de se passar a pé, são muitos os jovens que se oferecem para carregadores e por 100 rupias nepaleses (menos de 1 euro) nos transportam a mala até ao país vizinho, depois de passarmos por vários postos de controlo e de atravessarmos a ponte da amizade, a qual não nos é permitido fotografar.
Estamos a entrar no país onde a polícia e os militares se fazem ver.


publicado por margarida às 20:30
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Domingo, 21 de Outubro de 2007

Swayambhunath - Khatmandu - Nepal

Ao fim do dia subimos a colina da floresta de Swayambhunath para visitar o centro religioso de peregrinação para budistas e hinduístas. É constituído por um Stupa e mosteiro budista e uma série de templos hinduístas, prova da coesistência pacífica entre as duas religiões.

 

Pode aceder-se ao local por uma estrada que serpenteia a colina ou por uma escada íngreme com 365 degraus.

Os macacos rhesus pulam de ramo em ramo, perseguem-se uns aos outros e gritam em redor dos templos.

 

Ao fundo a enorme cidade de Khatmandu estende-se pelo vale.

Amanhã, partimos para o Tibete.


publicado por margarida às 11:59
link do post | comentar | ver comentários (5) | favorito
Domingo, 14 de Outubro de 2007

Boudhanath - Khatmandu - Nepal

 

Em  Boudhanath , ergue-se o enorme e maior stupa do país com quinze metros de altura, símbolo da ascensão de Buda ao Nirvana. Os olhos de Buda virados para os quatro pontos cardeais percorrerem os céus. Os peregrinos  circulam ininterruptamente no sentido dos ponteiros do relógio e sobem as intermináveis escadas de pedra que lhes permitem o acesso a este stupa .

 

 

 

 

Almoçamos num terraço com vista para a praça circular que rodeia o templo e apreciamos embevecidos o frenesim dos residentes e dos peregrinos, o ondular das bandeiras de oração, as variadas cores dos trajes, e as marcas do sol e de trabalho no rosto destas gentes que ainda nos são estranhas.

 

 

  


publicado por margarida às 11:12
link do post | comentar | ver comentários (7) | favorito
Domingo, 7 de Outubro de 2007

Pashupatinath - Kathmandu - Nepal

Pashupatinath é o local mais sagrado de Kathmandu para os Hindus. Localiza-se ao longo do rio Bagmati, afluente do Ganges, e é aqui que os hindus vêm cremar os corpos dos recém falecidos.

 

 

Este complexo religioso ocupa uma área muito ampla nas encostas do rio Bagmati e ao dirigirmo-nos para lá temos imediata consciência que estamos a entrar em local sagrado - a música que se faz ouvir em todo o local, o silêncio, a oração.

 

 

 

 


publicado por margarida às 11:32
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Segunda-feira, 1 de Outubro de 2007

Patan - Vale da Khatmandu - Nepal

O guia que nos leva a conhecer os arredores de Kathmandu é a versão nepalesa de James Brown. Dizemo-lo, mostramos-lhe uma fotografia do mesmo, que vem num dos jornais indianos disponíveis no hotel, e a comparação agrada-lhe.

 

 

Rumamos a Patan, a sul da capital, Património Mundial desde 1979, um dos muitos pontos de encontro das principais culturas asiáticas e de coabitação pacífica do budismo e do hinduísmo.

 

 

A cidade exibe faustosas casas com estrutura em madeira, donde sobressaem janelas e portas saídas das mãos de carpinteiros hábeis e artistas. Deambulamos por ruelas, entramos e saímos em pátios que ligam os diferentes espaços de convívio social. Os nossos sentidos despertam com os aromas, as cores a salpicarem as frontarias, as oferendas nos templos e stupas, o calor agradável.

   

Leio que o aspecto actual das cidades nepalesas remonta aos séculos XVII e XVIII. Os diferentes templos de pedra e pagodes de influência hindu são consagrados ao culto das divindades hinduístas. A forma de budismo praticado no Nepal é praticado nos stupas e mosteiros.

  

Chegamos à Praça Durbar, praça do palácio da antiga cidade real de Patan e maravilhamo-nos. Pena que temos de seguir viagem.

banhos públicos na entrada da cidade


publicado por margarida às 10:43
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. Chegada a Lhasa

. Ainda da nossa entrada ad...

. População

. A caminho de Gyantse

. Shigatse

. 9 de Agosto, 5.ª feira

. E o fado também esteve no...

. da Doença da Altitude

. Campo Base do Evereste

. a mais de 5000 metros

.links

SAPO Blogs