Hoje, já em Kathmandu, depois de alguns passeios pela cidade, as visões da Terra do Nunca continuam. Por estes lados, regra é uma palavra estranha.
Foi neste ambiente que, ontem, logo à chegada ao hotel, localizado numa zona da cidade chamada Thamel, aconteceu algo inesperado. Reparei que a minha mala não era a minha mala. Parece que tinha entrado num mundo que, até ali, pensava estar só a observar. Afinal, qualquer mala pode ser nossa desde que a brincadeira seja brincar às viagens!
Contactamos de imediato a agência de viagens que nos recebeu em Kathmandu, esperarmos que agência contactasse o aeroporto, a agência não o fez nesse dia porque o aeroporto já estava fechado, abrimos a mala para tentar descobrir a identidade dos donos da mala trocada, descobrimos apenas que eram espanhóis, quase de certeza de Barcelona a avaliar pela quantidade de passageiros desta cidade que viajaram connosco de Londres até Dheli; saí à rua com uma das t-shirts masculinas que vinham dentro da mala para que, na eventualidade de me cruzar com o dono, este a reconhecesse e assim pudéssemos fazer a troca das malas; no local onde fomos telefonar estava uma rapariga que falava espanhol e, claro está, aproveitei logo para fazer uma exposição da situação; a rapariga era de uma país sul americano que não me recordo qual, mas em todo o caso passei-lhe a palavra; e com a cabeça às voltas de tanto pensar no como esta troca pode ter acontecido regressámos ao hotel frustrados. Só hoje, depois de várias manobras dentro do aeroporto, descobrimos que a minha mala afinal estava no aeroporto de Dheli e ao princípio da tarde já estava
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