O guia que nos leva a conhecer os arredores de Kathmandu é a versão nepalesa de James Brown. Dizemo-lo, mostramos-lhe uma fotografia do mesmo, que vem num dos jornais indianos disponíveis no hotel, e a comparação agrada-lhe.
Rumamos a Patan, a sul da capital, Património Mundial desde 1979, um dos muitos pontos de encontro das principais culturas asiáticas e de coabitação pacífica do budismo e do hinduísmo.
A cidade exibe faustosas casas com estrutura em madeira, donde sobressaem janelas e portas saídas das mãos de carpinteiros hábeis e artistas. Deambulamos por ruelas, entramos e saímos em pátios que ligam os diferentes espaços de convívio social. Os nossos sentidos despertam com os aromas, as cores a salpicarem as frontarias, as oferendas nos templos e stupas, o calor agradável.
Leio que o aspecto actual das cidades nepalesas remonta aos séculos XVII e XVIII. Os diferentes templos de pedra e pagodes de influência hindu são consagrados ao culto das divindades hinduístas. A forma de budismo praticado no Nepal é praticado nos stupas e mosteiros.
Chegamos à Praça Durbar, praça do palácio da antiga cidade real de Patan e maravilhamo-nos. Pena que temos de seguir viagem.
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