A viagem de Khatmandu até à fronteira com o Tibete serpenteia quase sempre junto ao rio, no desfiladeiro entre altas montanhas verdejantes. Faz-se por estrada alcatroada, por vezes, tendo muitos troços com terreno completamente empedrado e outros que coincidem com a passagem das quedas de água para o rio, que provocaram um relativo pânico nalguns passageiros.
De quando em vez passamos por aldeias onde as lojas multicores alinhadas ao longo da estrada possuem os bens essenciais.
Percebe-se que não há água canalizada nem instalações sanitárias nas habitações, pois com muita regularidade se assiste ao banho da população no caminho junto a fontes.
Na fronteira, que tem de se passar a pé, são muitos os jovens que se oferecem para carregadores e por 100 rupias nepaleses (menos de 1 euro) nos transportam a mala até ao país vizinho, depois de passarmos por vários postos de controlo e de atravessarmos a ponte da amizade, a qual não nos é permitido fotografar.
Estamos a entrar no país onde a polícia e os militares se fazem ver.
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